domingo, 13 de setembro de 2020
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
FREUD E O SENTIDO DA VIDA
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
Loucuras do Brasil
O presidente da República levanta um cidadão anão ao ar, tomando-o por uma criança .
O presidente da República faz o que todo idoso que não aceita ou tem preconceitos relativos ao envelhecimento faz, negar, afirmando uma sonhada virilidade, sem aditivos tá ok?
Religiosos cheios de ódio - o que é quase normal nesse grupo - fazem passeata intimidadora contra a decisão legal de abortar um feto fruto de estupro sofrido por uma menina de 10 anos.
O ministro do meio ambiente é o maior inimigo do meio ambiente que existe no país, talvez até mais que o idiota que o convidou para a pasta.
A ministra da cidadania, Dona Damares a Louca, está mais preocupada com a sexualidade das princesas da Disney, baseada certamente em suas fantasias pervertidas, do que com as questões realmente relevantes.
sábado, 18 de julho de 2020
Viciados em se fazer de vítimas.
Existem outras tantas frases do tipo, sempre rasas - como é típico nesse meio "coach" ou de autoajuda - e sempre isentando de responsabilidades o coitadinho do dependente químico, ou dando a entender que por estar em tratamento o toxicômano seria algo como um herói, alguém que sofreu tremendas adversidades, sempre provocadas pelos outros é claro, e superou, reergue-se triunfante a despeito da maldade que o mundo lhes causou.
Nada mais falso que isso. O drogadicto pode ter passado por muitos problemas familiares em sua infância que contribuíram de forma indireta para a busca pela solução mágica que as drogas oferecem, entretanto, o uso e o comportamento ligado a adicção vão variar enormemente de pessoa a pessoa. Nem todos beberão seu álcool favorito com uma voracidade extrema e numa frequência cada vez mais crescente, nem todos fumarão sua maconha de forma a não conseguir fazer mais nada de produtivo na vida (como estudar ou trabalhar), nem todos usarão estimulantes como se a vida fosse uma "rave". Do mesmo modo, nem todos chegarão a roubar, ou a agredir moral e fisicamente os familiares, ou a transformar as festas e reuniões em família em caso de polícia; isso de forma constante, reiteradas vezes, num ciclo de internação-saída-recaída-internação que parece não ter fim. A primeira frase, pode até trazer alguma verdade num contexto diferente do da toxicomania, talvez relacionada a um tipo de vida alternativa ao consumismo burguês desenfreado; no caso da drogadicção é até ofensivo algum idiota ainda afirmar que as pessoas desejam ser iguais a esses sujeitos e só não o são por lhes faltar coragem, como se fosse bonito e desejável viver a enganar as pessoas, a roubar, furtar, prostituir-se, dilapidar o patrimônio familiar, agredir o cônjuge, os filhos e os pais? Não, não é bonito nem desejável; a frase de autoajuda quer fazer o viciado acreditar que ele é que está certo, ele é o forte e corajoso por não viver de acordo com os padrões sociais, e, o restante do mundo, são só um bando de invejosos e covardes que se coragem tivessem estariam numa cracolândia qualquer cercado por todos aqueles seres superiores, corajosos e por que não dizer invejáveis.
A segunda frase do besteirol da autoajuda não dá para levar a sério, parece uma piada. Imagine um drogadicto jogados aos lobos e sua volta triunfante como líder da alcateia, logo ele, alguém que não consegue sequer ter domínio próprio, não consegue controlar seus impulsos, não suporta frustração, que age como um bebê voraz que ao menor desconforto chora desesperadamente, um sujeito desses não seria líder de coisa nenhuma. É mais uma fantasia grandiosa na cabeça desses "viajões" de plantão e que dita numa reunião de "malucos nada beleza" faz surgir uma imagem grandiloquente de superação quando na realidade o que se vê é que setenta porcento dos que estão a partilhar essas bobagens nas clínicas de "reabilitação" voltarão pior do que entraram e sem conseguir sequer ser líder de si próprio. Essa frase é um incentivo ao autoengano e só estando muito louco mesmo para acreditar nela, porque a vida do dependente químico é geralmente pautada por uma série de fracassos e caso fosse possível jogá-los aos lobos nem os ossos voltariam.
Essa última frase que escolhi para ilustrar o processo de vitimização por parte dos dependentes químicos é emblemática, é a completa negação de seu comportamento agressivo, antissocial, desrespeitoso e muitas vezes criminoso, logo, as pessoas "fingem" que ele é ruim para não se sentirem culpadas, que inversão de valores gritante. Se você rouba, agride, engana, trapaceia, fere, abandona, negligencia é porque naquele momento você está sendo sim uma pessoa ruim, muitas vezes constantemente ruim, já que pessoas boas não vivem a fazer coisa ruins para com as outras pessoas, parece lógico isso. Mais uma vez é a alimentação do autoengano para que o drogadicto se sinta como uma uma vítima e não o autor de sua história de fracassos, é mais fácil culpar os outros pelas nossas dificuldades e erros já dizia Freud, e desse modo o sujeito vai se enganando e se afastando cada vez mais daquilo que poderia realmente ajudá-lo a sair desse ciclo neurótico e meio perverso: a assunção de suas falhas, de sua pequenez e de sua maldade na relação com os outros, precisa assumir sua cota de ruindade e responsabilidade pela vida que leva e compreender que as pessoas apenas estão reagindo àquilo que sofreram por acreditar sempre, por dar mais uma chance, por estar tentando ajudar e sempre dando com os burros n'água.
segunda-feira, 13 de julho de 2020
LIVROS DE PSICANÁLISE EM PDF
segunda-feira, 18 de maio de 2020
Regina Duarte: Loucura ou maldade?
Cabe a pergunta: Regina é louca ou sou é uma pessoa má? Não a conheço nem como pessoa e nem como atriz, não gosto de telenovela e só assisti ao Roque Santeiro em que ela fez o papel de uma vilã meio amalucada. Mas mesmo sem conhecê-la dá para arriscar um palpite baseado na ciência do comportamento: ela estava em seu perfeito juízo quando proferiu aquelas frases terríveis de enaltecimento do pior momento da história brasileira do século passado, e quando disse todas as outras sandices de forma baixa e desrespeitosa; não foi loucura, foi pura maldade, e uma forma de agradar ao seu chefe, mostrar que está alinhada com o pessoal da "barcaça da insanidade" em que se misturam tão bem loucos e perversos. Ela mostrou aquilo que ela é na realidade, apenas mais uma pessoa má que está pouco se lixando para com o sofrimento alheio.
*Charge de Bruno Lanza. (brunolanza.art)
quinta-feira, 30 de abril de 2020
Maluquices na Pandemia 1
O Presidente da República, já conhecido por suas loucuras, continua mais louco que nunca; já há algum tempo que ele vem fazendo maluquices em sua cruzada de minimizar a pandemia; pedindo a volta ao trabalho, receitando remédios, promovendo aglomerações, demitindo ministros, brigando com a OMS e finalmente mostrando que não está nem aí para o povo: "e daí? Vai morrer gente mesmo. O que eu posso fazer?". Agir como um presidente da república já seria alguma coisa.
Maluquices relacionada à politização da pandemia.
Aqui no Brasil ficou assim: 1. A pandemia é de esquerda e tentar resolver (da forma errada) é de direita. 2. Chamam de vírus chinês, de comuna vírus e criam teorias da conspiração: tudo isso foi um maligno plano chinês para dominar o mundo. 3. Alguns da turma do Bozo acham que devem voltar ao trabalho o mais rápido possível já que tudo não passa de uma questão econômica, é só uma gripezinha, a economia não pode parar. 4. O maluco do Bozo deve ter escutado de algum louco de seu convívio que a tal da "Cloroquina" é boa para curar a covid-19 e pronto, criou-se a ilusão sobre um sucesso de um remédio que nem sequer foi pesquisado ou testado. 5. Os governadores que estão tomando medidas sérias para garantir o isolamento social são todos comunistas e candidatos a presidência para derrubar o Bozo e tantas outras maluquices de viés político.
Maluquices nas TVs e redes sociais.
1. Nas redes sociais os velhos viraram vilões idiotas que querem boicotar o isolamento social. O que há de vídeos e memes sobre idosos nunca houve na história da internet. É sempre o velho que quer sair, que é intolerante e que não entende as vantagens do isolamento social. Mas no mundo real não é bem assim, são os jovens, pelo menos aqui em Alagoas, que estão nas ruas se contaminando e levando o vírus para dentro de casa. Acho que é um fenômeno nacional, nos programas jornalísticos vemos um monte de jovens se exercitando nas praias e parques, passeando pelas ruas e até fazendo festas bem movimentadas nas ruas das grandes capitais.
2. Uma verdadeira enxurrada de "Lives", para todos os gostos, algumas de muito mau gosto. Cantores de todos os gêneros se dispuseram a alegrar o confinamento dos que estão e apimentar as farras dos que não estão. Ponto positivo para os cursos e aulas exibidos gratuitamente.
3. Exibir jogos de futebol (sempre decisões de alguma copa que a seleção brasileira ganhou) nos tradicionais horários de jogos na TV parece ser uma tática das emissoras para fazer com que o povo não perceba que jogos de futebol ou de qualquer outro esporte não faz a menor falta, a não ser para aqueles diretamente envolvidos no negócio bilionário dos esportes. Vivemos bem sem a balbúrdia das torcidas, do vandalismo no final das partidas, dos excessos etílicos, das brigas e mortes. Talvez tenha chegado a hora de se ver esporte apenas como esporte e não mais um negócio, pois, se formos honestos conosco veremos que realmente não está fazendo falta nenhuma.


