sábado, 20 de julho de 2019
sábado, 6 de julho de 2019
quinta-feira, 16 de maio de 2019
sexta-feira, 22 de março de 2019
Os anos 1980 e a geração mimadinha
A cada dia eu fico mais sem paciência com essa geração mimadinha atual e sua insistência em propagar sua novilíngua politicamente correta. Na década de 1980 e 1990, travesti era "O travesti", apenas um homem (geralmente) que gostava de se vestir de mulher, de parecer ser mulher mas sabendo que era homem e fazendo questão de continuar a sê-lo, como Rogéria tão bem definiu.
Nessa época animais eram apenas animais, gato era gato e cachorro era cachorro, não usavam roupas e nem tinham festa de aniversário, e nós os humanos éramos os "Donos" deles, e sim, cuidávamos muito bem deles, mas sem tanta frescura e sem tentar transformá-los em seres humanos. Hoje são chamados pela palavra inglesa "pet", possuem guarda-roupa e até usam jóias, e sempre tem uma raça que fica mais na "moda" que outra. Os donos são chamados de "tutores", como se isso os fizesse magicamente deixar de ser dono do animal, já que o tutor é o dono sim e pronto; e claro, tudo isso virou uma grande indústria.
Com relação a homossexualidade a coisa complicou de vez nos tempos atuais. Preconceito sempre existiu e vai continuar a existir, talvez de forma até mais grave atualmente haja visto o tipo de protestos feitos pelos militantes gays atuais que enfiam crucifixos no ânus em via pública. Os gays do passado lutavam para ser respeitados sem desrespeitar os outros, vejam o exemplo do deputado Milk nos EUA e dos estilistas Dener e Clodovil Hernandes aqui no Brasil: eles não precisavam chocar ninguém, eram pessoas normais, não agiam com a insanidade e a intolerância dessa geração mimadinha.
Ainda bem que em relação a Alimentação Natural os mimadinhos são a minoria das minorias, senão nós os onívoros estaríamos ferrados. Apesar de existirem muitos adeptos do vegetarianismo (já existiam muitos nos anos 80), que morrem de peninha dos pobres bois, porcos, frangos e carneiros, ainda não temos que sofrer com a perseguição dos ultra radicais "veganos" que nos consideram assassinos de animais pelo simples fato de comê-los, esses mimadinhos, intolerantes como todos os mimadinhos nos matariam se pudessem.
Será o fim dos tempos? Tomara.
Nessa época animais eram apenas animais, gato era gato e cachorro era cachorro, não usavam roupas e nem tinham festa de aniversário, e nós os humanos éramos os "Donos" deles, e sim, cuidávamos muito bem deles, mas sem tanta frescura e sem tentar transformá-los em seres humanos. Hoje são chamados pela palavra inglesa "pet", possuem guarda-roupa e até usam jóias, e sempre tem uma raça que fica mais na "moda" que outra. Os donos são chamados de "tutores", como se isso os fizesse magicamente deixar de ser dono do animal, já que o tutor é o dono sim e pronto; e claro, tudo isso virou uma grande indústria.
Com relação a homossexualidade a coisa complicou de vez nos tempos atuais. Preconceito sempre existiu e vai continuar a existir, talvez de forma até mais grave atualmente haja visto o tipo de protestos feitos pelos militantes gays atuais que enfiam crucifixos no ânus em via pública. Os gays do passado lutavam para ser respeitados sem desrespeitar os outros, vejam o exemplo do deputado Milk nos EUA e dos estilistas Dener e Clodovil Hernandes aqui no Brasil: eles não precisavam chocar ninguém, eram pessoas normais, não agiam com a insanidade e a intolerância dessa geração mimadinha.
Ainda bem que em relação a Alimentação Natural os mimadinhos são a minoria das minorias, senão nós os onívoros estaríamos ferrados. Apesar de existirem muitos adeptos do vegetarianismo (já existiam muitos nos anos 80), que morrem de peninha dos pobres bois, porcos, frangos e carneiros, ainda não temos que sofrer com a perseguição dos ultra radicais "veganos" que nos consideram assassinos de animais pelo simples fato de comê-los, esses mimadinhos, intolerantes como todos os mimadinhos nos matariam se pudessem.
Será o fim dos tempos? Tomara.
segunda-feira, 18 de março de 2019
O Ser humano é do mal!
TALVEZ O TÍTULO POSSA TER LHE ASSUSTADO, mas o ser humano ao longo de sua história vem mostrando cada vez mais isso; já foi pior. Tragédias como as acontecidas em colégios, de Columbine a Escola Raul Brasil, nos mostra essa face tão indesejável de perceber, mas tão real, que é a maldade humana.
A quantidade de postagens na rede de computadores já é um bom indício dessa loucura, pois, que outro motivo senão o sadismo para querer que os outros vissem as terríveis cenas? Somos sádicos sim, talvez mais controlados que os perturbados rapazes de Suzano, não seríamos tão imbecis, é o que nos diferencia, apenas.
Esse ato de violência, de covardia, de ódio, de ressentimento da vida, ainda recebe apoio nas redes "profundas" da internet, e corro o risco de ser mal compreendido ao dizer que o desejo de fazer algo semelhante passou pelas nossas mentes normais, tão normais que nunca executamos nada parecido.
Mas a maldade é parte indissociável de nossa condição de humanos. Não precisamos falar como certos grupos de ódio, nossa maldade é fantasiada, imaginada, nunca chega a se concretizar, mas ainda assim é maldade.
Ás vezes nossa maldade aparece de forma camuflada, como no conto de Machado de Assis, "A Causa Secreta", mistura de sadismo e filantropia, é nossa maldade. Nada justifica o atentado terrorista na escola em Suzano, eles falharam justamente naquilo que nos faz humanos de verdade: poder se colocar no lugar do outro, apesar de nossa maldade.
A quantidade de postagens na rede de computadores já é um bom indício dessa loucura, pois, que outro motivo senão o sadismo para querer que os outros vissem as terríveis cenas? Somos sádicos sim, talvez mais controlados que os perturbados rapazes de Suzano, não seríamos tão imbecis, é o que nos diferencia, apenas.
Esse ato de violência, de covardia, de ódio, de ressentimento da vida, ainda recebe apoio nas redes "profundas" da internet, e corro o risco de ser mal compreendido ao dizer que o desejo de fazer algo semelhante passou pelas nossas mentes normais, tão normais que nunca executamos nada parecido.
Mas a maldade é parte indissociável de nossa condição de humanos. Não precisamos falar como certos grupos de ódio, nossa maldade é fantasiada, imaginada, nunca chega a se concretizar, mas ainda assim é maldade.
Ás vezes nossa maldade aparece de forma camuflada, como no conto de Machado de Assis, "A Causa Secreta", mistura de sadismo e filantropia, é nossa maldade. Nada justifica o atentado terrorista na escola em Suzano, eles falharam justamente naquilo que nos faz humanos de verdade: poder se colocar no lugar do outro, apesar de nossa maldade.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Meu nome é Rádio
Viver nesse nosso mundo marcado pela desonestidade, pela violência, pela corrupção generalizada, pelo radicalismo idiota tanto de direita quanto de esquerda, pela burrice politicamente correta e pela completa canalhice nas relações humanas, nos faz desacreditar que alguma forma de bem, ou de ações boas possam realmente existir.Mas felizmente ainda existem pessoas que nos fazem acreditar que alguma coisa de boa pode sair de um ser humano. Refiro-me ao técnico de futebol americano Harold Jones que literalmente adota o deficiente cognitivo James Robert Kennedy, conhecido como Rádio, e o transforma em mascote e ajudante técnico após salvá-lo de uma "brincadeira" de extremo mau-gosto feita por seus atletas subordinados. Mesmo sofrendo com a desconfiança e o preconceito de parte dos pais de alunos, Jones cria uma espécie de "educação inclusiva" antes que isso virasse um programa educacional.O filme é de 2003 e conta com um grande elenco (Ed Harris e Debra Winger) e uma atuação primorosa de Cuba Gooding Jr. no papel título.
domingo, 13 de janeiro de 2019
Damares e as crianças de Fátima
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Bolsonaro falou que viu Jesus em cima de uma goiabeira quando criança e virou a piada da vez nas redes sociais, tinha até um livro para ser lançado agora que parece ter ser sido adiado.
Os três pastorezinhos de Fátima também eram criança, Lúcia dos Santos, com dez anos na época das aparições, e os seus primos maternos Francisco Marto, com oito anos, e Jacinta Marto, com sete anos e ambos irmãos, que por sinal morreram pouco depois das aparições.
Queria apenas entender porquê só a ministra é considerada maluca pela visão e as outras crianças não.
A ministra alucinou ou delirou? E as crianças portuguesas, não teriam também tido alucinação ou delírio? Que dúvida terrível não?
Mas se pensarmos que os humanos tem uma tendência a crer no fantástico, no impossível, esses pseudo milagres podem virar aquilo que não são.
Os três pastorezinhos de Fátima também eram criança, Lúcia dos Santos, com dez anos na época das aparições, e os seus primos maternos Francisco Marto, com oito anos, e Jacinta Marto, com sete anos e ambos irmãos, que por sinal morreram pouco depois das aparições.
Queria apenas entender porquê só a ministra é considerada maluca pela visão e as outras crianças não.
A ministra alucinou ou delirou? E as crianças portuguesas, não teriam também tido alucinação ou delírio? Que dúvida terrível não?
Mas se pensarmos que os humanos tem uma tendência a crer no fantástico, no impossível, esses pseudo milagres podem virar aquilo que não são.
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